Localização
Avenida da República, 300
2750-475 Cascais
+351 214 826 970
Horário
Todos os dias
das 10h às 19h
Entrada Gratuita

Junho 2010/

Neste mês, as sessões de cinema da Casa das Histórias oferecem um programa mais alargado, No primeiro fim-de-semana, o regresso das Tardes de Animação: o clássico "Branca de Neve e os Sete Anões", de Walt Disney, num programa para toda a família.

Aos fins-de-semana, o início de um ciclo de documentários sobre artistas: retratos de autores por um autor, num leque de olhares em vários registos sobre a vida e obra de alguns artistas nacionais e internacionais.
Esperamos contar com a sua presença.

Imagem Branca de Neve

Tardes de Animação
Branca de Neve e os Sete Anões
de Walt Disney
E.U.A. 1937, 83'

Acompanhando o último fim-de-semana em que será possível ver as obras de Paula Rego inspiradas pela Branca de Neve de Walt Disney, a Casa recebe no seu auditório este clássico do cinema de animação. Realizado em 1937 por Walt Disney, um filme que é um marco no imaginário de várias gerações, e onde a noção de "desenho (pintura) em movimento" encontra uma expressão admirável.
A versão apresentada neste fim-de-semana, recentemente sujeita a um restauro digital, permitiu melhorar ainda mais som e imagem, para uma experiência ainda mais brilhante desta história, personagem e música inesquecíveis.
As sessões serão apresentadas em português (Sábado) e no inglês original, legendado (domingo), para os diferentes públicos.
Para toda a família.

Imagem 3

Sábado 5 e Domingo 6, 17h
Entrada Livre

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Ciclo de Documentários sobre artistas
Sábados e Domingos, às 17h
Entrada Livre

Com início no segundo fim-de-semana deste mês, este ciclo propõe apresentar vários olhares sobre a produção artística, numa multiplicidade de retratos.
De um registo mais documental ou institucional a um tom que cruza as barreiras entre o documentário e a ficção.
Das palavras dos artistas e comissários às imagens das obras e do processo de trabalho.
Do atelier ao museu, aos jardins e à cidade.
Da preparação das salas à reacção do público.
Do artista à equipa de transportes…
Um conjunto de filmes de uma temática que continuará a marcar a programação da Casa das Histórias, proporcionando um contacto mais estreito com este género de documentário e os percursos dos artistas retratados.

Imagem 4

Sábado e Domingo, 12 e 13
Nikias Skapinakis: o Teatro dos Outros
de Jorge Silva Melo
Portugal, 2007,60'

O filme segue de perto o trabalho de um dos mais importantes pintores da segunda metade do século XX, nomeadamente na área do retrato e daquilo a que ele, em certa altura, chamou "os retratos da ausência." "Viajar livremente pelos seus trabalhos, encontrar temas e técnicas transmutadas, seguir os seus mais de cinquenta anos de vida activa e prática ininterrupta foi viajar por um universo meticuloso, intenso, intransigente, obstinado, livre. É a essa intransigência e a essa liberdade que quereria convidar o espectador" (Jorge Silva Melo)

Sábado e Domingo, 19 e 20
António Sena: A Mão Esquiva
de Jorge Silva Melo Portugal, 2009,60'

Filmado entre 2003 e 2009, um documentário que tenta "ver a transformação das formas no tempo":"O que me interessou foi filmar-lhe "a incessante mão", a mão que escrevinha, rasura, escreve, acrescenta, pinta e apaga ou pinta e inscreve. Ou a mão que comenta, sublinha, se lembra.A mão de Maria Filomena Molder que pensa.Incessantemente.Para "salvar a biblioteca do incêndio", na bela formulação de João Lima Pinharanda" (Jorge Silva Melo).

Sábado, 26
Ana Hatherly - A Mão Inteligente
de Luís Alves de Matos
Portugal, 2002, 45'

Documentário sobre a evolução da obra de Ana Hatherly, no qual se explica o conceito do uso da "caligrafia" como um "gesto criador e destruidor, que produz uma acção que supera os resultados, criando uma relação entre o espaço, o público e a obra, como um prolongamento do desenho artístico da pintora".

Domingo, 27
Autografia [Mário Cesariny]
de Miguel Gonçalves Mendes
Portugal, 2004, 100'

"Com este documentário pretende-se retratar não o poeta e pintor Mário Cesariny mas sim a sua vida, o seu percurso e a sua individualidade.Como espaço de acção privilegiou-se o seu quarto, por ser este actualmente a base da sua criação e da sua intimidade. É aqui que resiste tudo o que não se perdeu." (Miguel Gonçalves Mendes)